Posted by : Johnny Ribeiro 22 fevereiro, 2014


Esse post, se refere ao vídeo a seguir:




Antes de analisar o comentário em si, gostaria de me focar no comentarista primeiramente.
Eis então, alguns outros vídeos deste cidadão:

Sobre ditadura militar:




Sobre popularização excessiva do automóvel:




Sobre estudantes vagabundos, e mais um pouco de ditadura:




Segue também para finalizar essa parte, a biografia do senhor Prates em poucas palavras.

Luiz Carlos Prates - Breve biografia, via Wikipedia


Pra dar uma leve descontraída, segue também a versão sobre o que a desiclopédia pensa a respeito deste "nobre" comentarista:

Luiz Carlos Prates - Versão desiclopédia


E antes de prosseguir, deixo a seguinte questão:

Este tipo de cidadão, merece nossas palmas e admiração?

Agora, me colocando como um futuro historiador que analisa o comentário e o assunto sem se posicionar entre nenhuma das partes chego aos seguintes pontos de discussão:

  • → No vídeo que nos foi mostrado na FEOB, podemos ver aos 1:55 minutos a seguinte afirmação:
"...Porque há agora uns idiotas aí que vivem a dizer o seguinte: que o que importa, é a comunicação..."

Conseguem entender a qual público esse "idiota" foi direcionado?
Como você se posiciona perante essa citação?

  • → Ainda no primeiro vídeo, e o tema, que seria a Ordem dos Advogados do Brasil:


Sabemos que a área de direito é um pouco longe do nosso curso, portanto quase não temos contato e informações dos "modus operandi" da organização que os rege.
Para não esticar demais a postagem irei deixar um link com um texto feito por Vascos Vasconcelos, que tem um grande conhecimento dessa parte. E também, de acordo com minha percepção sobre o assunto, creio que o texto será capaz de demonstrar da melhor forma uma outra visão do tema de forma clara e direta.

Exame da OAB na mira do Ministério Público Federal - Por Vascos Vasconcelos

  • → Sobre a crítica política:


Nota-se no vídeo também, uma crítica ao sistema adotado pelo governo PT, até então sob comando do Presidente Lula. E sobre este tema a que ele se refere, vou apenas disponibilizar alguns links com demais informações, não quero influenciar nada em termos políticos, porém baseado nas informações que tenho, e pelas minhas pesquisas, trechos a seguir são a melhor forma de se ilustrar o contraste de um governo burguês e um governo mais ligado ao povo.


Nos demais vídeos, podemos analisar que o comentarista faz parte de uma sociedade, que possui seus padrões pré-estabelecidos, e qualquer coisa que fuja a realidade em que eles vivem, se torna algo sujo, imoral, incapaz de conviver no mesmo meio que eles habitam. E utiliza de uma mídia de alcance popular para criar e propagar um preconceito entre as diversas classes da sociedade. Deixando no ar, a se entender que o problema é o povo , e não os comandantes que não fazem seu papel e governam para interesses particulares.

Baseado nos pontos abordados, podemos fazer também uma comparação entre a opinião do comentarista e um outro tema de estudo da Antropologia, que seria:
"A questão do outro"
Quem leu o livro de Tzvetan Todorov - A Conquista da América, compreenderá melhor onde eu pretendo chegar com este texto, e a partir disto, formar uma opinião mais sólida sobre o assunto.

Um outro link, com um texto que eu descreveria como uma analogia interessante sobre "A questão do outro", numa visão voltada a realidade que vivemos.


Bom, no momento creio ser isso o que eu tenho a dizer. Não pretendo moldar opiniões com este texto, mas sim instigar a pesquisa e consequentemente discussões mais abrangentes, com argumentos fortes e fontes de informações variadas.
Como estudantes de História, creio que nosso maior erro começa a partir do momento em que lemos ou ouvimos um pequeno fragmento de notícia, e sem sequer tomar conhecimento dos fatos envolvidos e demais informações, assumimos uma posição favorável ou não ao assunto.
Como Historiadores, penso que devemos nos portar como um elemento que apenas visualiza e estuda a situação, analisando os contextos históricos que levaram tal tema a entrar em debate, os motivos que sucedem os acontecimentos e tudo o que envolve a trama. Para então formar uma linha de raciocínio sem interferência de padrões impostos pelas diversas partes.

A partir de todas informações mencionadas, e apesar da construção do texto ter ficado um pouco desordenada, podemos usá-lo como forma de despertar uma outra visão geral sobre a sociedade que estudamos.

Por último, lembre-se ao assistir a qualquer jornal:


Se existir algum leitor, (com exceção dos répteis avermelhados que nos vigiam de uma torre do mais alto monte da lua de júpiter, enquanto encaminham seus planos de colonização cósmica no interior de nossa galáxia) quiser opinar, sinta-se a vontade.
^^
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